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O amor verdadeiro difere do mero sentimentalismo que, frequentemente, é manifestado com frases como “eu te amo”, pois é um sentimento muito mais sério e profundo. O amor verdadeiro suscita na pessoa o esforço para manifestar concretamente o Amor de Deus.
Persistir no esforço de contemplar a perfeição da Imagem Verdadeira e orar para que ela se manifeste, mesmo quando a aparência da pessoa não é bonita nem agradável – assim é o amor verdadeiro. Não é verdadeiro o amor-compaixão, em que a pessoa, ao olhar alguém doente, só consegue ver o lamentável aspecto fenomênico e verte lágrimas de pesar.
O amor verdadeiro é aquele em que a pessoa transcende a imagem fenomênica do doente, contempla e reverencia a perfeição da Imagem Verdadeira dele e se concentra em fazer com que ele exteriorize essa perfeição.
Persistir no esforço de contemplar a perfeição da Imagem Verdadeira e orar para que ela se manifeste, mesmo quando a aparência da pessoa não é bonita nem agradável – assim é o amor verdadeiro. Não é verdadeiro o amor-compaixão, em que a pessoa, ao olhar alguém doente, só consegue ver o lamentável aspecto fenomênico e verte lágrimas de pesar.
O amor verdadeiro é aquele em que a pessoa transcende a imagem fenomênica do doente, contempla e reverencia a perfeição da Imagem Verdadeira dele e se concentra em fazer com que ele exteriorize essa perfeição.
“Não morreu, apenas dorme”
Decorridos quatro dias da morte de Lázaro, e estando o seu corpo depositado no sepulcro, Jesus foi visitar a família do falecido. Segundo a Bíblia, ao ver a profunda dor da família de Lázaro, “Jesus chorou”.
Essa foi uma manifestação do “amor fenomênico”, ou seja, o “amor da imagem fenomênica”. Nesse estágio de amor, a pessoa limita-se a chegar ao mesmo nível fenomênico dos familiares do doente ou do falecido e chorar de pesar junto com eles, não conseguindo, portanto, ser um agente da força curativa. Obviamente, Jesus transcendeu esse estágio.
Em vez de se ater à “morte fenomênica” de Lázaro, volveu os olhos da mente para a imortal Imagem Verdadeira de Lázaro e afirmou: “Ele não morreu, apenas dorme”. Em seguida, ordenou-lhe que se levantasse. Imediatamente, Lázaro ressuscitou e saiu do túmulo. Esse episódio mostra o poder do “amor da Imagem Verdadeira”, muito diferente do “amor da imagem fenomênica”, no qual a pessoa se limita a verter lágrimas de pesar junto com os que sofrem.
Essa foi uma manifestação do “amor fenomênico”, ou seja, o “amor da imagem fenomênica”. Nesse estágio de amor, a pessoa limita-se a chegar ao mesmo nível fenomênico dos familiares do doente ou do falecido e chorar de pesar junto com eles, não conseguindo, portanto, ser um agente da força curativa. Obviamente, Jesus transcendeu esse estágio.
Em vez de se ater à “morte fenomênica” de Lázaro, volveu os olhos da mente para a imortal Imagem Verdadeira de Lázaro e afirmou: “Ele não morreu, apenas dorme”. Em seguida, ordenou-lhe que se levantasse. Imediatamente, Lázaro ressuscitou e saiu do túmulo. Esse episódio mostra o poder do “amor da Imagem Verdadeira”, muito diferente do “amor da imagem fenomênica”, no qual a pessoa se limita a verter lágrimas de pesar junto com os que sofrem.
Nem sempre a morte significa sofrimento
A morte ocorre quando a pessoa acaba de cumprir o tempo de serviço na vida terrena e deve passar para o mundo espiritual. Portanto, de nada adianta imitar a afirmação de Jesus Cristo: “Ele não morreu, apenas dorme”, pensando que basta contemplar a perfeição da Imagem Verdadeira da pessoa para fazê-la ressuscitar, se ela já cumpriu o tempo de serviço neste mundo. Entretanto, no caso de alguém contrair uma doença grave quando ainda não acabou o seu tempo de vida neste mundo, é possível promover a cura fazendo a mentalização: “Você é filho de Deus, não esta doente, e sim repleto de saúde”, mentalização essa que produz o mesmo efeito da afirmação: “Ele não morreu, apenas dorme”.
Já no caso de a pessoa adoecer por ter chegado a hora de passar para o mundo espiritual, deve-se mentalizar a sua natureza divina e a perfeição original, o que lhe possibilitará morrer com serenidade sem passar pela agonia da morte.
Já no caso de a pessoa adoecer por ter chegado a hora de passar para o mundo espiritual, deve-se mentalizar a sua natureza divina e a perfeição original, o que lhe possibilitará morrer com serenidade sem passar pela agonia da morte.
Masaharu Taniguchi


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